O dia em que a gravidade “quebrou”

 

Quando testemunharam o funcionamento do reator da espaçonave. Para ligar o dispositivo, Lazar explicou que precisavam do chamado “elemento 115“, um elemento superpesado usado como fonte de energia e combustível. Utilizaram exatamente 223 gramas dele, usinados em formato de cunha. Quando energizada, a máquina não gerava calor nem combustão tradicional, mas sim seu próprio campo gravitacional, produzido à vontade.

Laboratório o desafiou a tocar a estrutura. A resposta física à sua tentativa de aproximação demonstrou a impossibilidade técnica do fenômeno.

Diante de um desenvolvimento além do nosso alcance, já que a ciência terrestre não possui nenhuma máquina capaz de produzir gravidade.

Testemunhou o teste de voo de uma das aeronaves recuperadas, apelidada de “modelo esportivo“, que pairava imóvel a poucos metros do solo. Seguindo as instruções de seu supervisor, Lazar caminhou diretamente sob o disco suspenso.

Lazar descreveu em 1989 como fonte de energia e propulsão, o moscóvio observado pela ciência moderna é efêmero e até o momento não apresentou propriedades de estabilidade ou distorção gravitacional.

Científica sentiu ao tentar decifrar esse dispositivo, Lazar usou uma analogia eloquente sobre o que significa enfrentar uma tecnologia infinitamente superior.

Dadas as acusações feitas por figuras como David Grusch e a abertura de audiências no Congresso dos Estados Unidos sobre programas secretos de recuperação de espaçonaves. No entanto, quando questionado se estaria disposto a depor perante os legisladores hoje, Lazar expressou profundo ceticismo quanto à eficácia dessas iniciativas políticas.

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